Conto Erótico Gay

Conto Erótico Gay – Me apaixonei pelo servente de pedreiro Part 2

Desde aquele dia o Jorge começou a fazer parte da minha rotina.
Eu me sentia muito bem em poder ajudá-lo e minha mãe ficou bem feliz com a minha atitude.
Eu, com o convívio periódico, passei a admirar outras qualidades da personalidade do Jorge e acabamos nos tornando bons amigos. Aos poucos o Jorge foi perdendo a sua timidez e já estava bem mais à vontade comigo e vice-versa. Já fazíamos brincadeiras típicas destes ambientes de trabalho onde há somente homens para sacanear um ao outro.

Essa amizade ganhou contornos mais íntimos e sólidos durante um final de semana de viagem dos meus pais. A obra já havia avançado bastante e a nova casa já estava na fase de acabamentos. Como da outra vez, a visita do arquiteto foi dispensada e eu fui ver a obra no sábado e conversar com o Jorge.
Ele fez questão de me mostrar cada canto da casa e me disse que eu tinha muita sorte de ter uma família rica e tão boa. Eu lhe disse que sabia disso, mas que ele também tinha muitos méritos e que chegaria longe.
Passei o dia com ele e, sem graça, não pude deixar de ajuda-lo no trabalho pesado. Ficamos muito sujos e antes de sairmos, tivemos que tomar um banho.

A essa altura já havia um banheiro pronto e em uso.
Disputamos no par ou ímpar para ver quem seria o primeiro a tomar uma ducha e eu venci.
-Posso lhe fazer um pergunta? – disse ele, enquanto eu terminava de me enxugar com a toalha enrolada na cintura.
– É claro – respondi sem perceber a intenção dele.
– Por que você não me deixou entrar na ducha junto com você? Somos dois homens, qual é o problema?
Fiquei muito constrangido com essa pergunta e acabei lhe falando:
– Qual é, cara! Você está querendo ver homem pelado agora? – retorqui, com um sorriso amarelo.
Ele, para não ficar por baixo, respondeu rindo:
-Não, cara. Eu só queria ver essa sua bundinha branca…
– Ele deve ser bem gostosa e roliças. – provocou, levantando-se da cadeira onde estava sentado na varanda e caminhando na minha direção com a intenção de puxar a minha toalha.
– Sai para lá, Jorge! Vai esfriar essa cabeça debaixo da água fria, cara! – esbravejei, quando ele quis arrancar a toalha.
– Vai usar essas mãos para tirar esse suor, que você está todo suadão. – emendei.
– Deixa de ser manhoso e me deixe ver essa bundinha. – insistiu.
– Vou usar as mãos para bater uma punheta pensando nela, ou você podia bater uma bronha para mim. – disse ele rindo, enquanto eu me esquivava de suas investidas.
– Pare de encher o saco! Vai logo para o chuveiro! – gritei, quando ele conseguiu ficar com a toalha nas mãos e seus olhos se arregalaram com a minha nudez.
– Calma, Du! Eu estou só brincando. – falou, percebendo o meu grande constrangimento.
– Devolve essa toalha, por favor! – falei sério tentando esconder o mau pau com as mãos.
Eu realmente estava muito envergonhado com a situação. Além de minha bunda grande ficar exposta daquele jeito, eu ficava ainda mais envergonhado com o pequeno tamanho do meu pau, ainda mais estando mole e encolhido como naquela situação.

O espanto do Jorge também foi grande, pois acho que ele não esperava me ver assim tão constrangido ao ponto de quase chorar.
– Desculpa, Du. Não precisa ficar desse jeito. Sou seu amigo, cara. Você me ajuda demais. Eu só estava brincando, me desculpe amigo.
– Tudo bem, Jorge. Mas me dê a toalha, por favor.
– Toma, cara. Por favor, me desculpa – disse arrependido pela brincadeira e emendou.
– Somos amigos, não precisava ficar com tanta vergonha de mim, Du. Pô, você já meu viu de cueca algumas vezes, qual o problema de eu lhe ver sem roupa? Somos homens, Du.
Ainda constrangido e sem pensar acebei lhe falando:
– Porra, Jorge! O seu pau… Foi mal!
Ele emendou rapidamente:
– O que foi, Du? Pode falar, somos amigos.
Eu acabei dizendo:
– O seu pau é muito grande, cara.
– Porra, Du. Qual é? Está querendo mesmo bater uma bronha para mim… – disse rindo.
– Sai para lá! – respondi. Eu fiquei foi com vergonha de mostrar essa mixaria aqui para você.
Ele riu quando abri a toalha e lhe mostrei meu pauzinho ridiculamente encolhido. Ele tentou me consolar:
– Deixa disso, cara! – Eu não quero saber do seu pauzinho, não.
E retomando a sacanagem, emendou maliciosamente
– Eu quero é dar uma beliscada nessa bundona!
– Vai sonhando! Chega dessa brincadeira, vai. Me deixe em paz. – revidei, tentando pôr fim àquela situação.
– Que falta de solidariedade! – exagerou e se virou em direção ao banheiro.
Eu me distraí momentaneamente ao voltar a secar os cabelos, quando ele me abraçou pela cintura e lançando o peso de seu corpo sobre o meu, me derrubou no chão.
– Qual é Jorge! Me larga, cara! Que saco! – protestei indignado.
Mas ele fez uso de sua força, que era muito maior que a minha, e pegou meus pulsos apertando-os contra o chão ao lado da minha cabeça. Nossos rostos ficaram a centímetros um do outro, e ele esfregou seu corpão no meu, em movimentos insinuantes. Seus olhos se fixaram nos meus e ganharam um brilho predatório. Eu tentava me desvencilhar, mas isso só fazia com que nossos corpos experimentassem um contato maior o que me fez sentir a sua ereção.

Nunca esperaria isso dele, ainda mais quando o conheci tímido daquele jeito. Agora ele estava ali, sobre mim, certamente querendo me comer. E eu estava começando a gostar daquela situação. O que está acontecendo comigo? – Eu pensava. Ainda tentava resistir àquelas sensações novas que iam tomando conta do meu corpo:
– Vou dar uma joelhada no seu saco! Estou avisando! – ameacei.
– Você não seria tão maldoso comigo. – disse o Jorge, confiante. No entanto, ele não pagou para ver. Tratou de enfiar uma de suas pernas entre as minhas e voltou a me encarar.
– Dominado! – revidou vitorioso.

Antes que eu pudesse retrucar, ele aproximou seus lábios dos meus e os apertou contra a minha boca. Seu sabor era envolvente, tinha um gosto de proibido e era muito bom. Neste momento, me rendi ao desejo que já ardia em mim. Parei de me agitar e desfrutei daquela sensação pecaminosa.
Ele começou a forçar a língua na minha boca e, sedutoramente, entrelaçava-a com a minha. Suas mãos já não precisavam fazer tanta força para manter seus braços imóveis e, aos poucos, ele foi descendo com elas pelas minhas costas até alcançar as nádegas, que agarrou num aperto vigoroso.

A respiração dele começou a acelerar, junto com a minha. Ele enfiou a cabeça no meu pescoço num ímpeto voraz, e aspirou o perfume da minha pele ainda molhada pelo banho.
As mãos tateavam soberanas, e exploravam cada centímetro dos meus glúteos, que reagiam se contraindo pudicamente e arrepiando a pele branca que os cobre. Pela primeira vez eu senti o tesão se apoderando do meu corpo de uma maneira quase selvagem.

De repente, eu queria sentir aquela pele morena, suada e quente, colada na minha. Eu queria sentir o sabor daquela saliva entrando na minha boca. Eu queria sentir aquele cheiro másculo que ele exalava por todos os poros, como se fosse um almíscar que se espalhava para deixar claras as suas intenções. Os bicos dos meus mamilos denunciaram esses desejos refreados, intumescendo-se e se projetando numa saliência despudorada.

Um sorriso de satisfação e luxúria se formou em seu rosto, e ele começou a lamber meus mamilos com avidez.
Eles estavam tão sensíveis que, ao sentir a sua língua áspera, eu soltei um gemido prazeroso e provocante.
Ele os lambeu e mordiscou demoradamente, deliciando-se com o tesão que aquilo me causava. Foi o ardil perfeito para desviar minha atenção para aquilo que ele realmente pretendia; enfiar um dedo no meu cuzinho, que durante todo esse tempo continuava à mercê de sua tara.

Quando senti aquela invasão abrupta, um grito sufocado saiu da minha garganta e eu travei toda a musculatura da minha pelve num espasmo violento. Era tarde para impedir seu assanhamento, o dedo dele fazia movimentos circulares dentro do meu ânus e me provocava um prazer delirante. Agora era ele quem se esfregava em mim com o tesão a lhe arder de desejo, incendiando seu corpo.

A pica, de tão dura, saíra pelo cós da cueca e deixava nas minhas coxas uma gosma viscosa de desejo. O cômodo começava a se impregnar daquele aroma viril, arrefecendo meus últimos e tênues movimentos de resistência. Ele puxou minhas pernas na altura dos joelhos e as abriu ao redor de seu corpo; flexionou-as em seguida e deixou minha bunda, devassadamente, empinada para receber o toque de sua virilha. Roçou a jeba enrijecida no meu rego melando-o com o pré-gozo que brotava da cabeçorra descomunal.

– Eu quero você! – sussurrou no meu ouvido, antes de voltar a me beijar cheio de desejo.
Com as duas mãos sobre as nádegas ele as apartou e começou a friccionar a virilha de encontro às profundezas do meu reguinho, onde minhas preguinhas se contraiam descompassadamente denunciando o desejo do meu cu virgem. Hábil e certeiro ele apontou a glande intumescida de seu caralho contra aquele orifício exposto e começou a forçar sua penetração. Eu reagia temeroso, contraindo-o protetoramente, o que só fazia aumentar suas necessidades e seu tesão. Quando o cacete distendeu as pregas e ultrapassou o meu esfíncter indo se alojar nas minhas entranhas, outro grito assomou meus lábios, mas desta vez, sonoro e gutural.

Meu corpo tremia sem controle, como se ondas de frio e calor o percorressem. Quando eu senti o sacão dele batendo contra as minhas nádegas, eu percebi que aquele carinho e aquela vontade de estar ao lado daquele macho, era maior do que eu imaginava. Uma súbita vontade de apertá-lo em meus braços começou a ganhar força, e eu o envolvi deslizando as mãos pelas costas nuas dele. Aquilo que latejava e pulsava dentro de mim, se agitando como uma fera selvagem, era enorme.

E, embora doloroso, provocava em mim a melhor sensação que já havia experimentado. Enquanto ele movimentava aquele caralhão num vaivém rítmico e penetrante, eu o apertava com a musculatura anal, querendo que aquele momento se eternizasse no meu corpo.

Eu podia sentir a potência e a agressividade do instinto sexual dele me consumindo, mas ao mesmo tempo percebia como ele dava vazão, a gana que estava sentindo, com um cuidado e desvelo para não machucar meu cuzinho castiço.
Simultaneamente à sensação de que o cacetão dele estava ficando mais grosso, a pressão e a cadência das estocadas foi aumentando, o que me fazia ganir numa agonia crescente.

O calor nas minhas entranhas aumentou tanto que eu comecei a gozar, pouco antes de sentir que meu cuzinho estava sendo inundado pelo seu gozo. Um som rouco, vindo do interior de seu peito inflado, ecoou pelo quarto, antes dele começar a esboçar um sorriso abobalhado de satisfação.
Eu adorei aquele sorriso e, nesse momento, ele adquiriu um significado mais profundo, por eu saber que ele era resultado da minha entrega aos seus caprichos sexuais.

Nossos olhares fixaram-se mutuamente, enquanto o frêmito que percorria nossos corpos agitados ia voltando ao normal. Começamos a nos beijar, de início com uma suavidade indulgente, que começou a ganhar força até eu sentir a saliva doce e máscula dele se mesclando à minha, que ele devorava como que para eternizar o meu sabor em sua boca. Aquele cheiro dele de eu tanto gostava, e que nunca me fora indiferente ao estarmos próximos, agora estava em mim, impregnado em cada célula do meu corpo, como uma chancela atestando aquela união. Ele demorou a sair de dentro de mim e, quando o fez, deixou o pauzão pesado, ainda gotejando porra, deslizar lentamente para fora do meu cu. Ele viu quando as preguinhas se fecharam abruptamente ao redor do arregaço que o cacete dele havia feito em mim.

– Eu não quis te machucar. – disse, me encarando com doçura. – Mas acho melhor você vir para o banho comigo. – emendou, quando um filete vermelho escorreu do meu rego tingindo a toalha sobre a qual eu estava deitado.
– Não me sinto machucado, ao contrário, nunca me senti tão pleno em toda a minha vida. – respondi, sem saber, até então, que minhas pregas estavam sangrando.

Embora eu não fosse nem um pouco delicado, pequeno ou muito menos leve, ele me tomou em seus braços e me levou até o box do chuveiro. Foi só ali que eu percebi aquele filete vermelho escorrendo por uma das coxas.
Corei na hora e timidamente deixei cair o olhar, num constrangimento embaraçoso. Assim que a água da ducha deslizou pelo meu corpo, ele meteu a mão na minha bunda, cheio de malícia e sensualidade, e lavou meu cuzinho. A satisfação por ter infligido ao meu cuzinho o vigoroso rótulo de sua masculinidade estava estampada em sua expressão de felicidade.

– Nossa, Du! Agora você é meu, todinho meu! – murmurou no meu ouvido, enquanto chupava meu pescoço.
Quando a espuma do sabonete desceu pelo corpo musculoso e ensaboado dele, ele pegou minha mão e a levou até seu membro, cobrindo-a com a sua, e a fez deslizar pelos pentelhos da virilha. Eu acariciei a jeba e o sacão pesado, enquanto ele gemia e se contorcia de prazer.
– Faz tempo que eu sonho com as carícias dessas suas mãos macias. Você merece um prêmio por fazer isso tão bem, sabia? – sussurrou no meu ouvido
– Ah é? E que prêmio seria esse? – provoquei, apertando carinhosamente suas bolonas.
– Quando terminarmos, eu vou entregar o seu prêmio. Entrega direta em domicílio, sem direito a devolução! – exclamou se divertindo.
– Hummm … Acho que vou gostar desse prêmio. – revidei, cheio de tesão.
E, aos vinte anos, usufruí maravilhado, numa felicidade contagiante, a entrega da minha virgindade a esse macho querido e tão zeloso.

Somente fomos cair, exaustos, no sono, quando já clareava o dia naquela casa semi-acabada.
Antes disso, um ímpeto e uma necessidade desenfreada dos nossos corpos, clamavam por contato, por afagos, por ele se alojar em mim. Adormeci sentindo a pica dele amolecendo no meu cuzinho esfolado.
O Jorge ficou em casa comigo todo o restante do domingo. Estava muito mais calado do que o normal, mas redobrou sua atenção comigo e estava bastante carinhoso.

– Pense bem no que você me prometeu. – falei, ao me despedir dele em frente à porta ao jardim da casa, e ele me dar um beijo rápido.
– Se cuide, e sonhe comigo! – disse, zombeteiro.

A minha preocupação aumentou com a partida dele. Como seria daqui para frente? Eu não me sentia gay ou veado e tinha medo da reação de minha família se soubessem de algo. Fiquei com muito medo e me afastei do Jorge por um tempo. Contudo, eu me sentia totalmente vulnerável àquele desejo de estar com Jorge e de ser somente dele.

Está gostando desse conto erótico? A terceira parte será publicada ainda hoje. Fique ligado!
Leia a primeira parte aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo